São João Batista (Araqui)

 

 

A Capela de São João Batista, localizada no Araqui, que ficou desativada por alguns anos, voltou a realizar celebrações em 2006, e, na festa do padroeiro da paróquia de 2007 a imagem de Santo Amaro restaurou, com sua visita, a alegria da comunidade local.

A festa de seu padroeiro é comemorada no dia litúrgico de São João, em junho, com direito a tríduo e quermesse, além da missa solene. Na festa de 2008 foi entronizado o sacrário nesta comunidade, atendendo à necessidade pastoral.

 

Atividades:

Celebrações: Domingo às 7:30 h.

terça às 19:30 h.

Adoração ao Santíssimo: primeira quinta feira do mês, das 16 às 18 h.

Catequese: sábado das 8:30 h às 10 h: 2º. ano.

sábado das 15 h às 16:30 h: pré e 1º. ano

Mãe Rainha: grupo de 30 famílias

 

 

PATRONO

O Martírio de São João Batista é comemorado, liturgicamente, em 29 de agosto. Esta celebração está vinculada à dedicação da igreja construída em Sebaste na Samaria, no suposto túmulo do Precursor de Cristo.
Catequese: sábado às 8 h.

Com o nome de paixão ou degoromanos, e conforme o Martirológio Romano essa data corresponderia à segunda vez que encontraram a cabeça de são João Batista, transportada para Roma. Deixando de lado estas referências históricas, temos sobre João Batista as narrações dos evangelhos, em particular de são Lucas, que nos fala do seu nascimento, da sua vida no deserto, da sua pregação, e de são Marcos que nos refere a sua morte.
Pelo evangelho e pela tradição podemos reconstruir a vida do Precursor, cuja palavra de fogo parece na verdade com o espírito de Elias. No ano décimo quinto do imperador Tibério (27- 28 a.C.), o Batista, que tinha vida austera, segundo as regras dos nazireus, iniciou sua missão, convidando o povo para preparar os caminhos do Senhor, pois era necessária uma sincera conversão para acolhê-lo, isto é, uma mudança radical das disposições do espírito. Dirigindo-se a todas as classes sociais, despertou o entusiasmo entre o povo e o mau humor entre os fariseus, a assim chamada aristocracia do espírito, cuja hipocrisia ele reprovava. A estas alturas, figura popular negou categoricamente ser o Messias esperado, afirmando a superioridade de Jesus, que apontou aos seus seguidores por ocasião do batismo junto às margens do Jordão. Sua figura parece ir se desfazendo, à medida que vai surgindo “o mais forte”, Jesus. Todavia, “o maior dentre os profetas” não cessou de fazer ouvir a sua voz onde fosse necessária para endireitar os sinuosos caminhos do mal. Reprovou publicamente o comportamento pecaminoso de Herodes Antipas e da cunhada Horodíades, mas a previsível suscetibilidade deles custou-lhe a dura prisão em Maqueronte, na margem oriental do Mar Morto.
Sabemos que fim teve: por ocasião de uma festa celebrada em Maqueronte, a filha de Herodíades, Salomé, tendo dado um verdadeiro show de agilidade na dança, entusiasmou a Herodes. Como prêmio pediu, por instigação da mãe, a cabeça de João Batista, fazendo assim calar o “batedor” de Jesus, a voz mais robusta dos arautos da iminente mensagem evangélica. Último profeta e primeiro apóstolo, ele deu a vida pela sua missão, e por isso é venerado na Igreja como mártir.